PSICOSE

Lançado em 1960, Psicose teve um orçamento de cerca de oitocentos mil dólares. Ao longo dos anos, conseguiu acumular um retorno estimado em 50 milhões em 2004. Portanto, nada mais natural e até previsível que a Universal te- nha, ao longo dos anos, demonstrado interesse em explorar a fama do filme ‘até o caroço’.

 

Na década de 1980 foram produzidas duas sequ- ências, ambas estreladas por Anthony Perkins. Em 1990, Perkins voltaria ao personagem em um filme para a TV que apresentou a primeira tentativa da Universal em narrar a juventude de Norman Bates, interpretado nesta fase por Henry Thomas (o garotinho do filme E.T.). A última vez que vimos Norman Bates foi em 1998, quando Gus Van Sant se arriscou a dirigir um remake do filme de Hitchcock. O fracasso da produção levou a Universal a dar um descanso a Bates, que só reapareceu em público este ano, com a série produzida para o canal A&E.

 

Esta é a segunda tentativa da Universal de transformar o filme em série de TV. A primeira foi em 1987, quando um piloto foi produzido para avaLiação. Também com o título de Bates Motel, a história apresentava a vida de Alex, um jovem mentalmente perturbado que, depois de matar seu padrasto, passa um período em uma institui- ção, onde faz amizade com Bates (aqui interpre- tado por Kurt Paul, dublê de Perkins nos filmes sequências). Alex herda a propriedade de Bates e, com a ajuda de dois amigos, reabre o hotel. A sé- rie nunca foi produzida, mas o piloto chegou a ser vendido a canais internacionais como telefilme.

 

 

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